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Tabela do Imposto de Renda deve ser reajustada


O reajuste da tabela do Imposto de Renda (IR) deve fazer parte da reforma tributária em elaboração pela equipe econômica. O Governo Federal estuda reajustar a tabela de pela inflação e criar um teto para que despesas sejam deduzidas.

Estudos tributários A última atualização da tabela do IRPF aconteceu em 2015 – em abril daquele ano, (a Lei 13.149/15 atualizou a Lei 12.469/11). O vice-presidente do Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil (Sindifisco Nacional), Ayrton Bastos, disse que a correção pela inflação da tabela e também dos limites para deduções das despesas com saúde e educação e para isenção no caso das pessoas com mais de 65 anos são medidas que favorecem a justiça fiscal.


Em sua apresentação, Bastos comentou estudo em que o Sindifisco aponta uma defasagem de 95,46% na tabela do IRPF. Caso essa correção fosse aplicada de uma só vez, as pessoas que hoje recebem R$ 3.689,93 depois de descontada a contribuição para a Previdência Social estariam isentas. Atualmente, é tributado quem ganha a partir de R$ 1.903,98 depois de descontada a contribuição previdenciária. “Estão pagando Imposto de Renda sobre a inflação passada”, disse.


As mudanças

A ideia do secretário da Receita Federal do Brasil, Marcos Cintra, é aumentar o número de isentos e dar um maior "espaço financeiro" entre as alíquotas existentes. O Governo fala em corrigir o valor pela inflação, mesmo se, explicar desde quando seria a correção. Já o Presidente Jair Bolsonaro defende que a isenção seja para as pessoas que ganham até 5 mil, mas o valor ainda não foi definido.


Deduções


Após anunciar que estudava acabar com a possibilidade de dedução de despesas médicas no imposto de renda o governo parece ter mudado de ideia. O secretário Marcos Cintra, disse que a proposta que está sendo estudada agora é criar um teto para que essas despesas sejam deduzidas.



Simplificação do IR

O ministro Paulo Guedes afirmou que as mudanças do IR tem o objetivo de simplificar. "É regressivo, é ineficiente. Melhor tirar todas as deduções e baixar um pouquinho a alíquota, que é muito mais simples. Então, vamos fazer coisas desse tipo. Vamos simplificar radicalmente tudo que for possível", disse Guedes.


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